Tenho uma grande afeição por esse pequeno poema de Manuel Bandeira, escrito em 1965, no final da vida, como epígrafe de suas "Poesias Completas":
Estrela da Vida Inteira
Estrela da vida inteira.
Da vida que poderia
Ter sido e não foi. Poesia.
Minha vida verdadeira.
Estrela da Vida Inteira
Estrela da vida inteira.
Da vida que poderia
Ter sido e não foi. Poesia.
Minha vida verdadeira.
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